Nada me cura tanto quanto essa luz, tão rara e tão comum.
Ninguém a vê como eu. É como se fosse só minha...
Por mais tempo que eu ficasse alí, em meio à multidão, ninguém voltava os olhos para ela.
Por alguns instantes, era realmente foi só minha.
E eu me pergunto: a luz vinha mesmo do céu ou era eu que brilhava?

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