quarta-feira, 5 de outubro de 2011

Eu, o céu e a rua.


É apenas uma sensação, mas é a mais intensa que tenho. A luz me entra pelos olhos e é como se acariciasse minha alma.

Nada me cura tanto quanto essa luz, tão rara e tão comum.
Ninguém a vê como eu. É como se fosse só minha... 

Por mais tempo que eu ficasse alí, em meio à multidão, ninguém voltava os olhos para ela. 
Por alguns instantes, era realmente foi só minha. 

E eu me pergunto: a luz vinha mesmo do céu ou era eu que brilhava?


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