Quando eu terminar de colar os cacosEsses tristes e frágeis cacos do meu coração
Ele há de bater novamente.
Por hora, cada triste caquinho se contorce sozinho
Temendo o contato com seu encaixe perfeito
Adiando dentro do peito a hora de entrar no ritmo
Que faz agitar o corpo na direção de um desejo
Que ainda espera, imerso em medo.
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