sexta-feira, 5 de janeiro de 2018

Pesemos a alma na balança de Maat

Primeiro post de 2018. Como de costume, balancete de 2017:
Ø  Troquei de medicação de novo, priorizando minha libido desta vez
Ø  Descobri o porquê de minha mãe beber tanto desde tão nova e fugir de casa e parar de estudar e ser tratada diferente pela família e ning se importar com isso: tenho um tio estuprador, que até então gozava da minha simpatia, me fazia rir de suas histórias de pegação de novinhas, pois eu nem desconfiava o grandissíssimo merda que ele era...
Ø  Participei de um grupo de terapia corporal que conseguiu despertar meu lado feminino há muito adormecido... me fez querer ter contato novamente com minha mãe e assim descobrir essa história toda.
Ø  Decidi abraçar a magia do Caos como algo plausível, mas recusando-me a aceitar sistemas de conhecimento desenvolvidos por homens, para homens...
Ø  Decidi que sou dona da minha vida. Ning é responsável pelo que eu sinto ou faço além de mim mesma. Não me prendo mais por ning! Faço o que eu quiser fazer pq o orgulho dos outros não é problema meu!
Ø  Fechei o ano retomando grandes amizades, pessoas que fazem diferença em como eu vejo o mundo e sou muito grata por isso.
Ø  Também fechei o ano me livrando de esperanças sem sentido, fantasmas do passado e caveiras de burro que não me acrescentam nada a não ser rugas.
Foi um dos anos mais produtivos psicologicamente pra mim, de maior crescimento pessoal. Só lamento estar cada vez mais e mais enfastiada do mundo e das pessoas. Acho que é irreversível...



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