Primeiro post de 2018. Como de
costume, balancete de 2017:
Ø Troquei
de medicação de novo, priorizando minha libido desta vez
Ø Descobri
o porquê de minha mãe beber tanto desde tão nova e fugir de casa e parar de
estudar e ser tratada diferente pela família e ning se importar com isso: tenho
um tio estuprador, que até então gozava da minha simpatia, me fazia rir de suas
histórias de pegação de novinhas, pois eu nem desconfiava o grandissíssimo
merda que ele era...
Ø Participei
de um grupo de terapia corporal que conseguiu despertar meu lado feminino há
muito adormecido... me fez querer ter contato novamente com minha mãe e assim
descobrir essa história toda.
Ø Decidi
abraçar a magia do Caos como algo plausível, mas recusando-me a aceitar
sistemas de conhecimento desenvolvidos por homens, para homens...
Ø Decidi
que sou dona da minha vida. Ning é responsável pelo que eu sinto ou faço além
de mim mesma. Não me prendo mais por ning! Faço o que eu quiser fazer pq o
orgulho dos outros não é problema meu!
Ø Fechei
o ano retomando grandes amizades, pessoas que fazem diferença em como eu vejo o
mundo e sou muito grata por isso.
Ø Também
fechei o ano me livrando de esperanças sem sentido, fantasmas do passado e
caveiras de burro que não me acrescentam nada a não ser rugas.
Foi um dos anos mais produtivos
psicologicamente pra mim, de maior crescimento pessoal. Só lamento estar cada
vez mais e mais enfastiada do mundo e das pessoas. Acho que é irreversível...

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